terça-feira, 20 de outubro de 2009
Dinheiro na mão
Dois pontos brancos no início da ladeira.
Saí correndo e, todo esguio, fiquei de prontidão para mostrar minha ginga.
Gringo não se dá, fica todo se bulindo!
Chute pra lá, salto pra cá, minha esperança era arranjar o trocado. Só não contava com a astúcia do ciumento do Gil.
Quando o gringo já estava coçando o fundo do bolso, gritou logo:
- Moço, não quero dinheiro, quero calor humano. Não quero atenção, quero reconhecimento.
Quando ouvi aquilo, subiu um ódio e saí correndo atrás dele.
- Filho da fruta!
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